Marco Mateus

Crises Psicológicas e Emocionais

Psicose

Esquizofrenia

Borderline

Bipolaridade


Sessões online em português e inglês

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A psicose é estrutural na esquizofrenia, cíclica na bipolaridade e momentaneamente emergente no borderline, podendo também surgir em diversas situações da vida, em qualquer pessoa, a qualquer momento.

Problemas do tratamento convencional

A visão que partilho

A minha abordagem terapêutica

Problemas do tratamento convencional

A visão que partilho

A minha abordagem terapêutica

Histórias de sucesso


Problemas do tratamento convencional

O que é psicose no entender convencional


Pensamento convencional: A Psicose é uma doença grave, onde o indivíduo tem dificuldades em articular pensamentos normais e diferenciar fantasia da realidade. Os seus sintomas incluem delírios que são acreditares não sustentáveis sobre si mesmo ou sobre os outros, assim como perturbação do comportamento, pensamento e perceção com alucinações auditivas, visuais, táteis ou olfativas.


Tratamento convencional


Psiquiatria convencional com recursos a medicamentos, como neurolépticos (anti-psicóticos), calmantes e antidepressivos e, em momentos de crises agudas, internamento hospitalar.

  • Saber mais

    Os riscos do tratamento medicamentoso


    Existe sempre efeitos adversos para quem toma anti- psicóticos : neurotoxicidade, acatisia, síndrome neuroléptica maligna (SNM), delírio, hipotermia, hiperprolactinemia, discinesia tardia (DT), alterações endócrinas (amenorreia, aumento de peso, disfunção sexual), sialorreia, hipotensão postural e blefarospasmo.


    Os medicamentos não são tratamentos, mas apaziguadores do ``sintoma psicose´´. 


    Tomar anti- psicóticos, por longos períodos de tempo, eleva o risco do indivíduo ficar com uma doença crónica, assim como com consequências psicológicas e físicas potencialmente irreversíveis. 


    Também é comum a não adaptação aos medicamentos, o que aumenta o perfil de efeitos indesejados, provocando mais desespero psicológico e emocional. Muitas vezes, as trocas de medicação duram anos até ´´acertar´´.


    Os problemas do diagnóstico e intervenção convencional


    Não sou contra os médicos, medicamentos ou hospitais, pois conheço pessoas que beneficiaram com as medicações. O problema que se coloca é o fato de se aplicar apenas um modelo para ajudar a todos, considerando-se que este é biológico e a solução é os medicamentos.


    Chama-se a isto ciência objetiva, mas não é, até porque só uma parte dos pacientes beneficia dos tratamentos medicamentosos.


    O diagnóstico de que a psicose é uma doença grave, a meu ver é uma expressão profunda dos problemas socioculturais que vivemos no mundo de hoje. 


    Trata-se de um mundo rápido, com a priorização aos benefícios económicos, em vez da priorização ao ser Humano. O maior obstáculo, na minha opinião, consiste na forma convencional e desatualizada, como a psicologia e a psiquiatria vê o ser humano. Seguindo o DSM, um livro de diagnósticos que descreve as pessoas como fossem máquinas partidas, é também um método sofisticado para não ouvir as pessoas. 


    Este livro é uma ferramenta de grande autoridade social. Eu gostava de mencionar que as ditas ´´doenças graves mentais`` trazem muitas dificuldades a quem não se adapta aos tratamentos farmacológicos, ficando, desse modo, mais deslocados socialmente e suscetíveis a ficar mais doentes.



A visão que partilho

Esquizofrenia

A psicose é característica central da esquizofrenia.

Envolve delírios, alucinações e perda do contacto com a realidade.
Aqui, a psicose é estrutural e persistente.


Transtorno Bipolar

Durante episódios maníacos ou depressivos graves, podem surgir sintomas psicóticos (como delírios de grandiosidade ou ideias persecutórias).
A psicose é episódica, não contínua.


Transtorno Borderline (Perturbação de Personalidade Borderline)

O borderline pode apresentar sintomas psicóticos transitórios, geralmente ligados a stress intenso (como ideias paranoides breves ou distorções da realidade).
Não é uma psicose estrutural, mas sim reativa e passageira.


A psicose também pode manifestar-se em muitas diferentes situações, afetando qualquer pessoa, a qualquer momento. Geralmente associado a momentos de transição(1), intoxicação ou perda.


O que é psicose


Psicose é um processo natural que qualquer pessoa pode manifestar. Sendo de origens psicologicas, não vejo a psicose de forma alguma como uma doença grave, mas uma oportunidade que o cérebro do indivíduo oferece para fazer uma atualização dos processos mentais. Ou seja, trata-se de um pedido urgente para que se organize o seu mundo das ideias. 


A psicose acontece no cérebro de alguém que não se adaptou ao seu meio ambiente e que derivado a fatores de combinação biológica e social teve espaço para se manifestar.


A pessoa cria também, involuntariamente, um híper significado e foco do mundo à sua volta e simultaneamente dentro de si mesmo.


 Outras perspetivas cada vez menos controversas traduzem-se num pedido de ajuda como um acordar espiritual ou um pedido do cérebro para amplificação da consciência.

  • Saber mais

    A causa da psicose

    A psicose é uma consequência natural, devido a uma grande exposição ao stress psicológico e/ou fisiológico. A derivada da parte psicológica, manifesta-se a partir de uma neurose, uma procura filosófica do eu, ou um momento de desequilíbrio na vida, muitas vezes, circunstâncias relacionadas com a comunidade onde vive, relacionamentos íntimos, a morte de um familiar, falta de integração ou desenvolvimento profissional, religioso ou espiritualidade. E não exclusivamente por causa de traumas como tanto se pensa popularmente. As razões podem ser as mais variadas.


    A psicose oriunda da parte fisiológica é consequência do uso de drogas ou tendenciais genéticas, mas pode igualmente ser proveniente de doenças graves como um tumor no cerebro (casos mais raros). A principal causa da psicose é quase sempre uma combinação de vários aspetos. Por vezes tem um gatilho central, por vezes tem vários.


    Os perigos e os lados positivos

    Sofrer uma vida inteira com depressão, ansiedade ou outra neurose é considerado ´´normal``socialmente, mas o sintoma da psicose não é socialmente aceite. Esta forma de pensar leva a consequências devastadoras na vida pessoal, familiar e social da pessoa. 


    Em relação a outros desequilíbrios, a psicose é uma crise, com muita expressão e intensidade. 


    O que significa uma oportunidade para uma grande e definitiva mudança como entre tantos outros o Dr.  John Weir Perry comprovou a não necessidade de diagnosticos limitadores e apaziguadores medicamentosos, que elevam os riscos de facilitar longos e crónicos períodos e verdadeira instalação da doença. 


    Ponto crucial 

    A pessoa que manifesta psicose tem experiências únicas e de grande importância a nível intelectual, físico, intuitivo e sensorial. Estas experiências devem ser reconhecidas e integradas no desenvolvimento da pessoa e não devem ser oprimidas com diagnósticos fatalistas e destituídas de qualquer significado. 


     Os verdadeiros perigos para quem manifesta psicose não é a psicose em si, mas sim:


    Aceitar diagnósticos convencionais dramáticos ou fatalistas, sobre o que é a psicose, esquizofrenia, bipolaridade, borderline ou outras condições psicológicas;


    Seguir tratamento farmacológicos, como primeira prioridade de tratamento;


    Dificuldades de adaptação à medicação, a curto e longo prazo;


    Sofrer estigma da família e da sociedade;


    Não encontrar tratamento terapêutico especializado com forte prespetiva possitiva.


    Os lados positivos de quem manifesta psicose varia entre:


    Personalidade carismática;


    Capacidades intelectuais e físicas;


    Capacidades comunicativas;


    IQ`s elevados;


    Capacidades artísticas;


    Capacidades de estudo e integrar conhecimentos complexos;


    Capacidades intuitivas e sensibilidades sensoriais apuradas;


    Aptidão para se tornar um terapeuta;


    Um acordar espiritual ou amplificação de consciência.



A minha abordagem terapêutica

A minha abordagem no tratamento da psicose, esquizofrenia, bipolaridade, borderline e profundas crises psicológicas não segue um método fixo, mas sim uma série de estratégias e métodos ajustados a cada momento, ritmo e perfil psicológico. É necessária muita experiência, sensibilidade, coração e um cuidado excecional em cada palavra, gesto, abordagem e técnica. Tudo tem impacto.

 

1. Ambiente essencial


A pessoa é sinceramente aceite e profundamente compreendida com todas as suas diferenças e necessidades. Também ao contrário daquilo que se possa pensar, por vezes podemos conduzir muitas das sessões de forma leve e divertida e, ao mesmo tempo, trabalhar o que é importante.

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    2. Relação com a dor


    É comum e assustador para muitas pessoas a ideia de que para se fazer terapia tem de se falar de traumas, passar por momentos de muita dor ou desconforto emocional sessão após sessão. 


    Nesta trabalho não é necessario, exceto se o cliente quiser falar. 


    O foco é organizar, estimular, utilizar e direcionar as capacidades do cliente e, se houver verdadeira necessidade de trabalhar traumas, são feitos de forma sofisticada, cirúrgica e rápida e sem a pessoa ter de falar do que não quer.


     3. Este processo terapêutico vai muita além de traumas e é sempre personalizado, o que significa que o trabalho tem diferentes intensidades e prioridades para cada pessoa. No entanto, de modo geral, a linha de trabalho envolve desenvolver as seguintes características:


    -  Encontrar significado nas dificuldades apresentadas;

    -  Organizar o mundo das ideias;

    -  Resolver duplos vínculos (pensamentos específicos de confusão);

    -  Organizar as emoções;

    -  Organizar as perceções, ajudar o indivíduo a distinguir fantasias geradas interiormente verso realidade exterior;

    -  Reduzir, eliminar e controlar alucinações e delírios;

    -  Entender melhor as linguagens metafóricas das alucinações e dos delírios;

    -  Trabalhar possíveis traumas;

    -  Desenvolver um ``EU´´ mais sustentável;

    -  Desenvolver flexibilidade com estados alterados de consciência;

    -  Desenvolver nova consciência corporal e psicológica de interação social,

    -  Envolvimento e orientação da família no processo de tratamento,

    -  Treino técnico-mental,

    -  Trabalhos de casa,

    -  Sugestões para maximizar o bem-estar mental e físico.


     4. Este processo terapêutico é sem prescrição de medicamentos.


    A pessoa que não está medicada pode iniciar o tratamento, sem medicamentos.


    A pessoa que está medicada e ainda tem sintomas pode iniciar o tratamento. Tendo obtido melhoras significativas, pode, se desejar, iniciar a redução dos medicamentos com a supervisão do seu psiquiatra.


    5. Conclusão do Tratamento


    O tempo de tratamento depende de caso a caso, mas, por norma, varia entre o período de poucas semanas a seis meses. O tratamento é concluído quando a pessoa está sem sintomas ou altamente controlaveis, e encontra-se estável psicologicamente, emocionalmente. 


    Depois do tratamento, em alguns casos, a pessoa pode experienciar pequenos sintomas, de tempos a tempos, mas fica com as competências de gerir os mesmos de forma natural e seguir com a sua vida normal.


    Em muitas pessoas verifica-se melhoras óbvias nas primeiras sessões, o que facilita para muitos a continuação das suas vidas estudantis ou profissionais, se for o caso. 


    Um ano após a conclusão do tratamento é aconselhável fazer uma sessão ou pequeno grupo de sessões para manutenção.


    Que benefícios a esperar deste tratamento?


    Alcançar a cura ou melhoras muito significativas.


    Requisitos necessário para fazer a terapia?


    Vontade de melhorar. 


    Quem beneficiária deste tratamento?


    O grupo que mais beneficia deste tratamento são os adolescentes e jovens adultos.


    O segundo grupo que maior beneficia é qualquer pessoa que tenha o sintoma pela primeira vez.


    O terceiro grupo que beneficia são as pessoas que vivem com sintomas mas conseguem trabalhar e ter uma vida social mais ou menos ativa.


    O quarto grupo a beneficiar são as pessoas que vivem as limitações psicologicas, não trabalham e não têm vida social ativa, mas procuram equilibro de forma mais natural e Humanística.